segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Bulldog Francês

Constituição do Bulldog Francês
Parte 1
Os fundamentos necessários para a manutenção de um tipo de cão puro e homogêneo não
se encontram no conhecimento do padrão da raça apenas. Mas também no conhecimento das
particularidades de movimento e fisiologia que são manifestados na movimentação e em todas as
outras características fisiológicas. Os primórdios foram difíceis e ainda hoje encontramos muitos
dos mesmos problemas quando buscamos melhorar a raça.
Um número excessivo de pessoas não sabe avaliar, analisar ou apreciar um Bulldog Francês
por falta de um critério razoável: elas podem saber “como”, mas não o “porque”.
Faremos, pois um inventário das razões anatômicas que dão ao nosso Bulldog Francês seu
aspecto e sua estrutura, e que justificam as palavras de Mde. De Conminges: “Um Bulldog Francês
deve parecer-se com um Bulldog Francês e nada mais”.
A estrutura do esqueleto não é diferente da de outras raças, somente as proporções dos
ossos mostram um tipo marcante de encurtamento no Bulldog Francês e em alguns outros cães.
Entre eles se encontram: o Pug, o Bulldog Inglês e, em menor grau, o Boston Terrier. No entanto,
estas raças efetivamente apresentam diferenças típicas no desenvolvimento do esqueleto que as
diferenciam.
Ao examinar o esqueleto do Bulldog Francês nós observamos que a primeira impressão
estética de sua constituição é uma construção extremamente compacta e quadrada.
Primeiramente: as articulações (como as de todos os cães) do ombro e da pélvis não
encaixam perfeitamente, assim como no homem, com suas “cabeças e acetábulos” articulares. As
cabeças dos ossos são menos pronunciadas e a articulação se mantém no lugar exclusivamente
pelos tendões e músculos. Se o aparato locomotor muscular tem problemas (enfermidade,
fratura, etc.) o cão dará a impressão de estar “desarticulado”: os tendões e músculos já não
asseguram o encaixe da cabeça do osso e seu acetábulo. Em um cão de ossatura mais leve, isto se
torna menos aparente que em nossos mais fortemente construídos Frenchies. Muitos dos
problemas de movimentação são devidos a uma falta de exercício, de caminhar: a solidez do
mecanismo articular depende muito de um bom desenvolvimento muscular.
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